Entendendo um pouco sobre o Qualis

Esse é um assunto que volta e meia eu falo lá no Instagram. Já fiz até uma live sobre qualis e fator de impacto, que infelizmente não ficou salva. Hoje eu vou dar uma geral sobre o assunto e em posts futuros pretendo abordar de forma mais direcionada as dúvidas mais comuns. Vamos lá?

Quando entramos na pós e passamos a nos preocupar com a publicação de artigos, é inevitável que essa palavrinha chamada “qualis” apareça na nossa vida. Pra começar, a gente precisa entender que a função do qualis é servir como uma ferramenta de avaliação da produção bibliográfica dos programas de pós-graduação. Como não é possível avaliar os artigos de forma individual, isso é feito através dos periódicos onde se publica. 

É por isso que a classificação qualis é feita sempre a posteriori, ou seja, a lista oficial sai a cada 4 anos na plataforma sucupira e é alimentada com base nas publicações que os programas de pós informam à CAPES. 

O qualis vigente hoje, junho de 2020, é o que corresponde aos anos cheios de 2013 a 2016. Os estratos que temos vigentes são: A1, A2, B1, B2, B3, B4, B5 e C, sendo A o melhor e C o pior. Como que as revistas chegam nesses estratos? É gerada uma pontuação pra elas de acordo com algumas características como indexação em determinadas bases de dados, por exemplo. 

Uma coisa que é interessante você saber: cada estrato tem um teto, então pra um periódico subir de qualis, outro tem que descer. Há um limite. Muitas vezes um periódico tem todas as características de um estrato mais alto, mas não sobe porque há uma barreira. Exemplo: se tenho 3 revistas muito boas, iguais, mas o A1 só aceita 2, uma delas vai ter que descer. 

Me conte nos comentários se você já conhecia essa dinâmica do qualis e quais as suas dúvidas!

2 pensamentos em “Entendendo um pouco sobre o Qualis

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